Criar diretrizes estaduais para que a política habitacional priorize a prevenção de riscos climáticos e ambientais, com atenção especial a famílias que vivem em áreas sujeitas a enchentes, deslizamentos, ilhas de calor, insalubridade e eventos extremos.
A proposta busca fortalecer uma atuação preventiva, para que o poder público não apareça apenas depois da tragédia. O objetivo é identificar situações de risco, proteger famílias vulneráveis e garantir reassentamento digno quando a permanência no local não for tecnicamente segura. A crise climática atinge primeiro quem vive nas moradias mais frágeis e nos territórios com menos infraestrutura. Por isso, moradia digna também precisa ser política de prevenção, proteção e adaptação climática.