Minas já tem previsão de gestão democrática, mas é possível fortalecer a participação estudantil, especialmente das juventudes. A escola é um dos primeiros espaços onde o jovem aprende a participar da vida coletiva.

A proposta cria diretrizes para fortalecimento de grêmios estudantis, assembleias escolares, escutas periódicas, conselhos jovens e participação dos estudantes na avaliação do clima escolar. Também prevê consultas sobre transporte, alimentação, segurança, bullying, infraestrutura e projeto pedagógico, além de relatórios públicos de participação estudantil. Uma escola que escuta seus estudantes compreende melhor seus próprios problemas.