A proposta cria diretrizes estaduais para educação midiática e cidadania digital, considerando que a internet se tornou um espaço central da vida juvenil. Hoje, jovens se informam, convivem, estudam, trabalham e formam opinião nas redes.
As diretrizes teriam foco em identificação de desinformação, segurança digital, uso responsável de redes sociais, combate ao discurso de ódio, proteção de dados pessoais, inteligência artificial e ética no uso de tecnologias. Isso pode ser feito como diretriz complementar ao currículo e aos projetos pedagógicos, sem criar nova disciplina obrigatória. A escola precisa ensinar o estudante a viver também no território digital.