A proposta prevê que Minas tenha uma lei de diretrizes, política estadual de promoção do bem-estar escolar, com foco em prevenção de violência, acolhimento, pertencimento, combate ao bullying, capacitismo, racismo, LGBTfobia, solidão, automutilação e sofrimento psíquico.
O ponto novo seria evitar transformar toda angústia juvenil em diagnóstico individual. A escola precisa olhar para as causas, pressão por desempenho, pobreza, violência doméstica, insegurança alimentar, ausência de lazer, excesso redes sociais, solidão e falta de futuro.
Haveria formação continuada sobre acolhimento e convivência escolar, respeitada a competência do Executivo; protocolos de escuta qualificada e encaminhamento responsável; ações de mediação de conflitos; participação estudantil na construção de ambientes escolares mais seguros;