Essa proposta parte da realidade de que o mundo digital virou porta de entrada para direitos, serviços públicos, bancos, saúde, documentos e comunicação familiar. Ao mesmo tempo, muitas pessoas idosas seguem excluídas desse universo por falta de orientação e apoio.
Estudantes do ensino médio, EJA, educação profissional e universidades estaduais poderiam participar de ações de inclusão digital voltadas a pessoas idosas, em parceria com equipamentos públicos e comunitários, sem impor obrigação direta aos municípios. O programa teria foco no uso seguro do celular, acesso a serviços públicos digitais, prevenção a golpes, gov.br, bancos, teleatendimento, marcação de consultas, documentos digitais e reconhecimento de fake news. A proposta aproxima gerações e transforma tecnologia em cidadania.