O sofrimento psicológico entre jovens deixou de ser um tema pontual e passou a fazer parte do cotidiano. Ansiedade, depressão, automutilação e uso abusivo de substâncias aparecem com frequência, enquanto o atendimento público ainda não conversa com a realidade da juventude.
A proposta reconhece a necessidade de tratar a saúde mental dos jovens como prioridade dentro da rede estadual. O caminho é garantir que os planos e políticas de saúde incluam ações específicas voltadas a essa faixa etária, com abordagem mais próxima, mais acessível e integrada com escolas, territórios e espaços de convivência. Cuidar da saúde mental da juventude é cuidar do presente e do futuro ao mesmo tempo.