A evasão escolar continua sendo uma realidade presente nas escolas estaduais. Muitos jovens deixam de estudar não por falta de vaga, mas por não conseguirem sustentar a própria permanência. A rotina pesa: falta recurso para alimentação, transporte, material e, muitas vezes, o trabalho aparece como única saída imediata.
A proposta parte dessa realidade para fortalecer a permanência dos jovens no ensino médio e na formação técnica, com prioridade para aqueles em situação de vulnerabilidade. A ideia é estruturar uma política estadual que garanta condições mínimas para que o jovem consiga continuar estudando, com apoio articulado entre educação, assistência social e programas já existentes do Estado. Permanecer na escola precisa ser uma possibilidade concreta, não um esforço solitário.